Mundo Giro

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Os jogos fazem parte do quotidiano de qualquer criança.
Quando isso não acontece, algo está errado, pois são muito importantes para a aprendizagem das crianças.

Através do jogo, a criança brinca, testa hipóteses, apreende algumas regras sociais, enriquece o desenvolvimento intelectual, aprende que ganhar ou perder faz parte da vida e desenvolve estratégias para enfrentar várias situações.

De acordo com Piaget,  “… os jogos não são apenas uma forma de desabafo ou entretenimento para gastar energias das crianças, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual”. Além disso, “o jogo é um tipo de actividade particularmente poderosa para o exercício da vida social e da actividade construtiva da criança”.

Há vários tipos de jogos, como por exemplo os jogos tradicionais, jogos de tabuleiro, jogo simbólico, jogo de construção etc.
Ao contrário do que se possa pensar, nem todos os jogos necessitam de regras e/ou adversários, que obrigatoriamente tenham de culminar com um vencedor.
Hoje falaremos de um desses tipos de jogos que não necessitam de regras, mas que são muito importante para a criança – o jogo simbólico mais conhecido por Faz de Conta.

O jogo simbólico é o “teatro” do imaginário, a representação de como a criança vê e interpreta o que a rodeia. As suas características são: a liberdade de regras, o desenvolvimento da imaginação e fantasia, ausência de um objectivo específico e lógica própria.

Devemos incentivar este jogo, pois é muito importante para a construção do “eu” da personalidade da criança. Não devemos interromper por estar a fazer de conta que é uma menina ou coisas de menina se estiver a ser interpretado por um menino (ou vice-versa), porque é importante que deixem fluir a sua imaginação e que passem por todos os papéis. Pode inclusive ajudar no teatro, deixando a criança comandar.

É muito giro quando pedem para sermos filhos e eles os pais, e reflectem normalmente as nossas frases mais caricatas para os educar… este momento, também vos pode ajudar a ver onde há lacunas na educação ou até mesmo a verem se existe alguma situação de que a criança não fale mas que esteja a incomodar e a prejudicar de alguma forma.

Vamos deixar as crianças terem a sua liberdade de expressão. No fim, verá que além de ser cómico também será Giro envolver-se no seu imaginário.
Tânia Sereno
Mundo Giro
Kid Spotter @ On Spot Marketing

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Birras – só de ouvir a palavra, ficamos logo com suores frios!
Com ou sem filhos, dificilmente se encontra um adulto que jamais tenha presenciado uma valentíssima birra.

Para quem tem filhos, o horror é ainda maior e, se for em público, a sensação é inexplicável… berros, objectos a voar, pontapés, etc. (depende da “criatividade” da criança e da vulnerabilidade que os pais demonstram).

Vamos, por isso, tentar desmistificar a birra e sugerir como lidar/ evitar desde muito cedo.

Primeiro, é importante esclarecer o que são as birras: manifestações de vontade própria associadas a uma contrariedade (frustração).
Esta saga começa mais ou menos aos 18 meses, passando pelo seu auge entre os 2/3 anos e pode prolongar-se até aos 5/6 anos.

Por mais estranho que pareça, existe também um lado positivo nas birras pois no fundo são manifestações de emoções, sentimentos e vontade. As crianças estão a desenvolver a sua personalidade – só não sabem como expressar e acreditam que através deste “teatro” vão obter/alcançar o que desejam.

O que fazer?

Manter a calma – se se irritar, repreender, levantar a voz ou ameaçar, etc., estará a ter um comportamento semelhante ao da criança e a mostrar-se vulnerável;

Ignorar – não lhe responda, não ande atrás da criança, faça de conta que não está lá e, se possível, afaste-se um pouco (não mais que 5 min). A sua casa é o local ideal para o fazer, mas se conseguir tente também no local público (nunca pondo em risco a criança – caso a criança faça a birra perto de escadas ou outro local qualquer que represente perigo, aí terá de a pegar ao colo). Isto não resulta de imediato, mas com o passar do tempo e algumas birras depois, a criança vê e apercebe-se que a birra não surte o efeito desejado.

Evitar a força física – a birra por si só já é uma violência enorme para a criança. Se lhe “bater”, só irá aumentar a angústia da criança e a birra ficará muito pior e mais descontrolada. A ideia passa por conseguir que a criança reencontre a estabilidade.

Castigos – Se optar por estas via, que não é desadequada, não ameace com castigos que não poderá cumprir… pode sempre ter já um local para o efeito, por exemplo: colocar a criança de castigo numa cadeira que já esteja destinada para as birras ou mau comportamento – as crianças não gostam de estar sentadas muito tempo e menos ainda por imposição de um castigo; logo, rapidamente se acalmará e dirá que está arrependida.

Se a criança for das mais persistentes e mesmo assim continuar com a birra, então pegue-a ao colo – não deve deixar que esta angústia seja por tempo indeterminado – e tente acalmá-la, dar-lhe carinho, mas nunca ceder ao pedido inicial.

O que não fazer?

Ceder à birra – “Não” é mesmo “Não”, independentemente de estar em público ou em privado.
Pai e Mãe têm de estar alinhados (caso estejam juntos durante a birra) – a criança não pode sentir fraqueza de nenhuma das partes nem discordância, pois vai usar isso a seu favor.

Vamos acabar com as birras persistentes, vai ver que até vai ser Giro!

Tânia Sereno
Mundo Giro
Kid Spotter @ On Spot Marketing

Artigo cedido e inicialmente publicado no Portal dos Pais.

1. Fazer perguntas

Uma competência importante que desejamos que os nossos filhos desenvolvam é saber aprender e, acima de tudo, saber auto-aprender, ou seja, aprender de forma independente, sem estar necessariamente num contexto educacional, como a escola, por exemplo.
O primeiro passo na auto-aprendizagem é saber fazer perguntas. Felizmente, as crianças fazem isto de forma natural, pois são muito curiosas e gostam de questionar.
Encoraje-as a perguntar! Quando encontram algo novo, procure fazer perguntas em conjunto, explorando as possíveis respostas com a criança. E quando a criança lhe faz perguntas, recompense-a. Dê-lhe atenção, responda-lhe com detalhes relevantes e apoie a sua reflexão.

2. Resolver problemas

Se uma criança sabe resolver problemas, pode ter qualquer emprego. Uma nova tarefa ou um novo emprego pode ser intimidativo, mas é, de facto, apenas um outro problema por resolver. Uma nova competência, um novo ambiente, uma nova necessidade… Ensine os seus filhos a resolver problemas, dando-lhe pequenos casos para resolver. Deixe-os pensar sobre a solução – não os socorra imediatamente. Deixe-os considerar várias soluções possíveis e recompense esse esforço. Só assim irão desenvolver a confiança nas suas habilidades e resolver com sucesso tudo que lhes apareça pela frente.

3. Realizar projetos

Trabalhe projetos com os seus filhos, demonstrando-lhes primeiro como pode ser feito e depois deixando-os trabalhar cada vez mais de forma autónoma. À medida que ganham confiança, deixe-os realizar outros sozinhos, de forma independente e verá que, em breve, a sua aprendizagem será uma série de projetos para quais se sentem apaixonados.

4. Encontrar a paixão

Ajude o seu filho(a) a descobrir coisas pelas quais se sente apaixonado(a) – mesmo que para isso experimente uma série delas até encontrar a que goste. Quando as encontrar, ajude-o(a) a desfrutar os momentos de realização. Encoraje todos os seus interesses, tornando-os divertidos e recompensadores.

5. Ser independente

As crianças devem aprender a ser independentes. Progressivamente, através de pequenas coisas que vão fazendo sozinhos. Ensine-os a fazer, dê o exemplo, ajude-os a fazer, ajude-os menos e deixe-os cometer os seus próprios erros. Deve incentivar a confiança neles próprios, deixando-os ter sucessos e resolver as suas falhas. Uma vez que aprendem a ser independentes, aprendem que não precisam de um professor, um pai ou um chefe para lhes dizer o que precisam de fazer. Conseguem gerir-se sozinhos, ser livres e descobrir o caminho.

6. Ser feliz consigo próprio

Muitos pais levam os filhos ao colo por muito tempo, mantendo a “trela” apertada, fazendo-os contar com a sua presença para se sentirem felizes. Assim, quando a criança cresce não sabe ser feliz – tem que encontrar alguém, seja um(a) namorado(a) ou amigo. Se isso falha, transfere a sua ideia de felicidade para coisas externas — compras, comida, jogos, Internet, etc. Mas, se a criança aprender desde cedo que pode ser feliz estando apenas com ela própria, brincando, lendo, imaginando, tem a melhor competência que existe. Permita-lhe ter privacidade e ter tempo (por ex. à noite) quando os pais e filhos têm atividades independentes.

7. Interdependência

O mundo é cada vez mais interdependente, pelo que precisamos de saber viver e trabalhar bem com outras pessoas, assim como ter consciência da interdependência dos vários sistemas existentes na Terra. Demonstre com pequenos exemplos a interdependência na seio da família, na natureza, na sociedade, no planeta. Por ex. estimule a criança a procurar ligações entre elementos que, aparentemente, não têm nada haver um com o outro.

8. Compaixão

É importante  interessarmo-nos pelos outros e sentirmo-nos felizes ao fazê-los felizes. Dar exemplos de compaixão é a chave. Demonstre sempre compaixão aos seus filhos e a outras pessoas. Demonstre empatia, fazendo perguntas sobre como se sentem, pensando alto sobre como acha que outros se sentem. Mostre como é possível fazer alguém feliz sempre que possível; como fazer os outros felizes com pequenos gestos de bondade e, como isso, pode deixá-lo igualmente feliz.

9. Ser tolerante

Exponha os seus filhos a todos os tipos de pessoas, de diferentes raças, religiões ou sexualidade, até de diferentes condições mentais ou físicas. Demonstre-lhes que é natural existirem vários tipos de pessoas, que é OK ser diferente e que as diferenças são para ser celebradas, pois a variedade faz a vida mais bonita e mais enriquecedora.

10. Lidar com mudança

A mudança é a realidade de hoje  e esta competência é cada vez mais necessária – saber adaptar à mudança, lidar com ela, navegar pelos seus mares é uma vantagem competitiva. Esta é uma atitude que mesmo nós, pais, estamos ainda a aprender, pois nunca nos foi formalmente ensinada.

A rigidez não ajuda num ambiente em mudança, mas a flexibilidade sim. Mais uma vez, dar exemplos às crianças demonstrando que a mudança é boa e que nos podemos adaptar, abraçando as novas oportunidades. A vida é uma aventura e as coisas vão correr diferente do que estávamos a espera, diferente dos planos que fizemos. É mesmo essa a parte mais interessante e enriquecedora e é importante saber aproveitá-la e vivê-la da melhor forma.

De facto, não podemos  dar às nossas crianças um kit de aprendizagem ou prepará-los para uma carreira ou um emprego que não sabemos se vai existir. Mas podemos ensiná-los a se adaptarem às circunstâncias, a aprender com tudo e sobre tudo, a resolver os problemas que lhes apareçam, a saber viver com paixão… e daqui a 20 anos agradecer-nos-ão por isso.

Cidadania, de acordo com a Wikipedia, é entendida como o “conjunto de direitos e deveres ao qual o indvíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive”.

Num primeiro momento, parece um tema demasiado complexo para se falar com crianças.
E é mesmo! Sobretudo quando não se recorre a uma linguagem apropriada.

Por exemplo, se for a um supermercado no Japão e não falar/ entender Japonês acha que conseguirá interpretar o que lhe estão a dizer?
A resposta é … inicialmente não! Mas com a habituação, juntando lentamente os símbolos … aos poucos irá interiorizar a língua do sol nascente. Este exemplo permite projectar-se e colocar-se no “papel” das crianças.

As idades do pré-escolar são as melhores para se criar hábitos de cidadania. Aqui, é fundamental que a escola e a família estejam alinhados e ajudem a criança a desenvolver hábitos de solidariedade, partilha, justiça, verdade, respeito pelos outros (e por si própria), tolerância, respeito pela diferença, pelo bem comum, de expor as suas ideias e de saber escutar.

Uma excelente forma ensinar – mais aplicada a estabelecimentos de ensino – é recorrer a jogos em grupo, que podem incidir sobre um único tema (por exemplo, respeito pelos outros) ou diversos (um único jogo pode “trabalhar” todos os hábitos mencionados anteriormente).

A família pode e deve claramente fazer isto com base no exemplo ou com jogos – se possível em grupo (este último ajuda também a reforçar os laços familiares e consegue proporcionar momentos de qualidade entre todos).

Para que se perceba como é possível transmitir esta mensagem às crianças, recomendo a leitura do livro “Gabriel Direitinho”. Entusiasmados?

Então vamos zelar pelo futuro deste país e ensinar aos nossos filhos a importância de sermos bons cidadãos. É fundamental, urgente e muito…Giro!

Tânia Sereno
Mundo Giro
KDZ Spotter @ On Spot Marketing

 

O que é comprar?
Porque tenho de pagar por uma coisa que quero na loja?
O que é caro?
O que é barato?

Estas são perguntas que as crianças fazem, principalmente na primeira infância e a na fase em que a aprendizagem intensiva faz parte do seu dia a dia.

Já os pais, ao pressentirem que os filhos têm estas dúvidas, inevitavelmente questionam-se também:
Será que o meu filho está preparado para eu lhe explicar isto?
Quando e como o devo fazer?

A partir dos 2 anos, já os pode iniciar nestas questões “financeiras” e de “gestão de orçamento”.
Deixo algumas sugestões, adequadas a cada segmento etário… (Se tiver dúvidas para idades superiores, não hesite em perguntar-nos aqui mesmo nos comentários!)

Idade Vs Actividades

2 anos
A melhor forma de começar é, sem dúvida, explicar a diferença entre o necessário e o supérfluo.
A melhor altura é, sem dúvida, quando o seu filho lhe diz “eu quero” algo supérfluo.
Explique também a diferença entre notas e moedas, usando sempre exemplos práticos.

3 anos
Vamos fazer a lista das compras?
Inclua-o neste processo e leve-o às compras consigo.
Verbalize o que vê – “estas bolachas são caras”, “as bananas estão baratas”.
No fim, deixe-o pagar um dos artigos a dinheiro (um que goste e não seja mais que 1€)

7 anos
Com esta idade já começam dar sinais de vontade de uma retribuição (“semanada”).
Novamente, as idas ao supermercado são óptimas para que, neste caso, percebam que o dinheiro é limitado e que temos que fazer escolhas que nem sempre tendem para o que mais nos agrada (ex: a mãe gostar de um batom, mas não o levar, pois o dinheiro não chega – e passando a mensagem de que vai “poupar”, ou seja, juntar para eventualmente comprar no mês seguinte).
Jogar Monopólio ou simular compras em casa, também poderá revelar-se uma ajuda preciosa.

Deixo-vos um exemplo ilustrativo:

Filho – “Mãe adorei o chapéu Y!”
Mãe –  “A tua semanada dá para o comprares?”
Filho – “Não, eu tenho X e o chapéu custa Z.”
Mãe – “Eu vi um parecido bem mais barato.”
Filho – “Mas eu queria mesmo aquele.”
Mãe – “Fazemos assim: eu dou o valor do que eu vi, que era bem mais barato, e tu pões o resto com a tua semanada”.

Ou, se quiser e achar que está preparado para tal, “poupa/junta o dinheiro da tua semanada e, quando tiveres o valor do chapéu, compras”.

Nota: Não esconda do seu filho que não pode comprar determinadas coisas em determinado mês. É importante que a criança saiba que o dinheiro custa a ganhar e que não estica. E claramente não é benéfico que a criança saiba que os pais se endividam para comprarem bens supérfluos.

Vamos pôr em prática o que aqui falámos? É giro termos pequenos gestores em casa!

Tânia Sereno
Mundo Giro
Kid Spotter

Ser criativo
Ser amigo
Ser egoísta
Ser sensível
Ser gigante
Ser anão
Ser Pai
Ser Mãe
Ser desorganizado
Ser organizado
Saber voar
Saber aterrar
Ser rotineiro
Ser desordeiro
Ter identidade única
Obedecer a regras
Construir regras
Ditar regras
Realidade
Criar personalidade
Ter o seu próprio negócio
Trabalhar para alguém
Imprescindível
Infalível
Boa disposição
Alegria
Boa companhia
Descoberta
Aventura
Tentativa e erro
Dar a volta ao Mundo
Fazer os animais falar
Dar vida a objectos inanimados
Amor

Brincar é fundamental para as crianças e importante para os adultos, que também o fazem, mas de uma forma mais controlada e regrada.

Uma criança que experiencie o faz-de-conta, jogos de tabuleiro, jogos tradicionais, brinquedos de várias formas e feitios, pintar, cantar, etc., e que o faça com regularidade, será uma criança muito mais completa, feliz e mais preparada para o futuro.

Resumindo: Brincar é Giro!

Tânia Sereno
Mundo Giro
Kid Spotter

 

Actualmente, lidamos com uma tendência de sensibilizar as crianças para o tema reciclagem. Felizmente, começam bem cedo a tomar consciência da sua importância – faz bem ao meio ambiente e complementa a formação cívica.

Uma das melhores formas de envolver a criança consiste em fazer – em conjunto –  brinquedos a partir de materiais reciclados.  Assim, de uma forma divertida, a criança aprende que alguns materiais podem e devem ser utilizados novamente e que se consegue transformá-los em algo com outro aspecto, aparência e funcionalidade.

Isto pode e deve ser feito na escola e em casa.

Quando sucede em família, possibilita também o reforço dos laços afectivos entre pais e filhos, contribuindo para quebrar o mito de que os pais raramente têm tempo para os filhos.

Para quem esteja interessado, deixo alguns exemplos de brinquedos reciclados:
Reco Reco
Maracas
Carro
Moldura
Casa de bonecas em grande escala (mas podem fazer bem mais pequeno, bastando só 1 pacote de leite para construir uma casa e, se usar vários, poderá “nascer” uma cidade inteira!)

Poderia continuar a enumerar brinquedos, mas já temos aqui diversas dicas. Se tiverem questões adicionais, experiências relevantes ou informações interessantes… por favor partilhem!

Ao fazerem brinquedos através da reciclagem de materiais, as crianças aprendem também a valorizar os seus brinquedos de compra, a tratá-los bem e a estimá-los. Deste modo, quando o brinquedo de compra ficar ultrapassado para a sua idade, estará em bom estado e poderão dá-lo a outra criança.

Despertei-vos o interesse nestas actividades?
Então não esperem mais!
Brincar com brinquedos reciclados é mesmo Giro!

Tânia Sereno

Mundo Giro
Kid Spotter


Imagine um Mundo Giro onde acontece uma feira de brinquedos entre miúdos, onde eles aprendem noções de valor?

É um projeto social, sem fins lucrativos, lúdico e sobretudo educativo.

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