Mundo Giro

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A Escola Secundária de Sacavém recebe nos próximos dias 23 e 24 de Fevereiro a 3ª edição do Mundo Giro. A maior feira de brinquedos usados está de volta, agora num espaço maior e com mais actividades para as crianças. Um evento desenhado para ensinar aos mais novos, de uma forma divertida, noções de partilha, responsabilidade social, valor e principalmente a gerir o seu dinheiro. O Mundo Giro é dirigido a famílias com crianças entre os 2 e os 10 anos de idade e o evento decorre das 10h00 às 18h00.

O Mundo Giro volta com novidades. Mantendo o mesmo conceito de outras edições – troca de brinquedos por “giros”, a moeda da feira – nesta edição, as crianças vão ter oportunidade de escolher entre comprar novos brinquedos usados, guloseimas, participar em workshops de culinária, experiências científicas, modelagem de balões, entre outros. A entrada custa apenas 2€ por criança, que serão depois convertidos em 10 “giros”.

Outra novidade do Mundo Giro é trazida pela Kid To Kid. A empresa de compra e venda de roupa de criança estará no evento, recebendo roupa (0 aos 12), calçado (até ao nº39), puericultura leve e pesada, roupa de pré-mamã, entre outros. Todos os produtos entregues à “Kid To Kid Expo” serão doados a instituições de solidariedade, assim como todos os brinquedos que não forem trocados.

O Mundo Giro conta com o apoio do Agrupamento de Escolas de Sacavém e Prior Velho e da Câmara Municipal de Loures, assim como de diversas empresas, como a GALP, a Faz-te à Festa, a Kid to Kid, a CP e a Armeios.

 

Vai ser um fim-de-semana muito giro! Contamos contigo?

 

Um evento On Spot Marketing

Estamos muito próximos do Carnaval e os pais deparam-se com o problema: o meu filho quer mascarar-se no Carnaval, mas os fatos são caros.

Aqui pode encontrar ideias Giras para reciclar material em casa, gastar pouco dinheiro, ser original e acima de tudo deixar o seu filho muito feliz!

 

 

 

 

 

Sejam criativos e vão ver que será mais Giro que comprar uma máscara.

 

Tânia Sereno
Mundo Giro
Kid Spotter  @ On Spot Marketing

Todos os pais desejam que o seu filho desenvolva o gosto pela leitura.

E porquê?

Porque as crianças que gostam de ler têm maior facilidade em concentrar-se e são mais curiosas: têm sede de aprender.

Porque a base para qualquer disciplina futura é o livro – quem tem gosto na leitura terá muito mais facilidade em interpretar e compreender qualquer disciplina, estará familiarizado com a grafia.

Pergunta-chave: qual a melhor forma de os motivar para a leitura?

  • Ler histórias para a criança desde muito pequeno.
  • Mostrar que também gosta de ler (de que vale dizer que é bom ler e que é importante se a criança não está habituada a ver os pais a ler?).
  • Criar um cantinho/biblioteca acessível para sempre que a criança quiser ter os livros para folhear.
  • Após ler uma história incentive a continuarem a falar dessa história – nomes dos personagens, do que gostou mais, etc.
  • Se a criança estiver familiarizada com a história pode sugerir ser a própria criança a contar a história com base nas imagens – deixe-a contar da forma que quiser.
  • Após os 4 anos idade poderá tentar que a criança associe as letras a algo que se identifique – por exemplo, letras que correspondam ao nome da criança ou dos pais ou de objectos que elas gostem.
  • Em idade escolar poderá continuar com a leitura acompanha mas torne isso um desafio mais interessante – por exemplo, o adulto lê um parágrafo e a criança lê outro (alternados) ou definem quem assume determinada personagem ou o narrador.

 

Pode também aproveitar outros recursos, como recorrer a uma ocupação que a criança desempenha com agrado (ver televisão e/ou desenhos animados) para estimular o interessa pela leitura. Neste exemplo, o Ruca mostra como é divertido ler:

 

 

É possível, por isso não esperem mais e comecem desde cedo a criar vontade de ler… além de Giro é mesmo importante.

 

Tânia Sereno

Mundo Giro

Kid Spotter @ On Spot Marketing

 

Porquê? Mas … porquê? Mas …porque sim … porquê?
É uma fase que todos nós já passamos e que para quem tem filhos ou crianças próximas constitui algo que se revive com frequência.

Se para alguns adultos esta fase é horrenda, pois chega a haver alturas em que as crianças quase nem respiram para formularem tantas perguntas consecutivas, para outros é uma altura muito divertida, pois são obrigados a rever várias situações que parecem óbvias, mas que nem sempre o são.

Esta fase dos Porquês começa entre os 3 e os 4 anos e é não mais que a construção da identidade da criança. Ela toma consciência da sua existência e de tudo o que se passa em seu redor – daí o frenesim de perguntas consecutivas.

Regra de Ouro: tenha paciência, mesmo quando a criança repete a mesma questão de 2 em 2 minutos.

Um truque para evitar a frustração nesta situação é o adulto também questionar a criança.
Por exemplo, se a criança pergunta mais de 1 vez a mesma coisa, experimente devolver-lhe a pergunta. Verá que ela sabe a resposta e, no fim, sente-se muito melhor porque, não só não travaram a sua curiosidade, como ainda a fizeram sentir-se importante, pois já sabe responder a algo que não sabia.

Se os adultos próximos da criança não tiverem paciência e cortarem sempre as suas questões, a criança poderá perder o interesse em aprender e em descobrir coisas novas, tornando-se insegura.

Não se esqueçam: isto é passageiro e a cadência de perguntar tem tendência a diminuir.

Se analisarem, ainda hoje nós nos questionamos sobre alguns temas que nos surgem – a curiosidade faz parte de nós e quando isso não acontece, é porque algo não está bem.

Vivemos em constante aprendizagem e é sempre positivo querermos saber um pouco mais.

E porquê? Porque é Giro!

Tânia Sereno
Mundo Giro
Kid Spotter @ On Spot Marketing

As sombras chinesas são antiquíssimas e, ao mesmo tempo, actuais.
O que são? São figuras feitas em cartão onde a personagem tem de ser “clara”, com os contornos bem definidos e recortados para se perceber o que é (animal, pessoa ou mesmo cenário). Se a figura não for cenário e tiver movimento, é presa ao meio com um pau ou arame.
Depois, todas as figuras são encostadas a um pano grande branco com um foco de luz a incidir contra as figuras por detrás do pano.

Existem vários tipos de sombras chinesas: as estáticas (cenário), as que se movimentam num todo (as tais que se seguram por um pau/arame ao meio) e as que são articuladas (mexem cabeça, braços, pernas e/ou acessórios que as adornam).

 

 

Mas também é possível criar sombras chinesas para as quais não é necessário papel ou cartão – basta usar a imaginação e recriar as personagens usando as nossas mãos.

 

 

Ou o nosso corpo todo!

 

 

Neste caso, precisamos somente de um foco (candeeiro) e de um lençol ou pano branco.

Deixo, também, alguns exemplos com instruções para criar algumas sombras chinesas usando somente as mãos.

Vamos fazer um teatro de sombras chinesas?
E que tal tentar inventar mais personagens/figuras? Vai ser bem Giro!
Tânia Sereno
Mundo Giro
Kid Spotter @ On Spot Marketing

 

 

Assistir a este vídeo pode gerar inúmeras sensações…

Indiferença seguramente não será uma delas!

Estes pais têm de estar muito orgulhosos do seu filho. Mas acima de tudo, estão seguros.

Um dos piores pesadelos dos pais que têm filhos com necessidades educativas especiais está na continuidade, no futuro – se me acontece alguma coisa, quem toma conta dele/a?

Com um irmão assim, não só a criança cresce mais feliz e integrada como sabe que terá um apoio para toda a vida.

Quanto às sensações, consegue resumir numa palavra o que este vídeo lhe transmite?

Partilhe connosco… vai ser Giro!

Tânia Sereno

Mundo Giro

Kid Spotter

O Verão é um excelente aliado para as crianças se desenvolverem física e cognitivamente, por ser sinónimo de sol e férias. Permite também que se baixe a guarda das rotinas diárias fazendo com que as crianças pareçam esponjas a absorver tudo o que as rodeia.

O resultado é visível: após o Verão, todas as crianças parecem ter crescido e apresentam-se “mais maduras”.

As férias são também óptimas para fortalecer os laços familiares, pois existe uma forte diminuição do stress, o que nos torna a todos mais tolerantes e dispostos a ensinar e a aprender.

Está provado que as crianças gostam de criar e conceber brincadeiras usando quase só o imaginário.

De facto, há brincadeiras muito Giras que não requerem um dispêndio de dinheiro e cujo efeito vai ser fantástico. Um dos locais prefeitos para isso acontecer é, sem dúvida, a praia.

Exemplos:

  1. Vão apanhar conchas bonitas pela praia. Após a recolha podem sentar-se na sombra do chapéu e tentem construir caras, caminhos, a planta de uma casa (como arquitectos), animais, etc.
  2. Apanhem um pau e deitem-se na areia: desafiem as crianças a fazerem os contornos dos corpos uns dos outros. Depois até os podem decorar com conchas, toalhas, peças de roupa que levem ou mesmo recorrendo ao pau e desenham mais coisas para enfeitar.
  3. Jogo do galo – também basta apenas um pau para este jogo. Para quem não se lembra: desenhem a grelha (duas linha paralelas na horizontal sobrepondo duas linhas paralelas na vertical) na areia e decidam que é o X ou a O. Já sabem que ganha quem fizer uma linha completa de X ou de O
  4. Podem fazer túneis, escavando a areia e um concurso de resistência das pontes ou das pontes mais bonitas
  5. Se as crianças forem mais crescidas e já souberem ler, podem jogar à forca.

Se quiserem recorrer aos brinquedos de compra, aí têm uma grande variedade de escolha e terão com certeza várias brincadeiras por onde escolher, mas também irão muito mais carregados para a praia.

Regra de ouro: não impor os jogos – deve ser algo descontraído e de livre vontade.

Como estamos a falar de praia, não posso terminar sem relembrar medidas preventivas e como proceder no caso de algumas situações ocorrerem:

http://www.ordemenfermeiros.pt/comunicacao/Documents/Noticias_apos_2011/Folheto_DMC_2011Amarelo.pdf

Acima de tudo divirtam-se e criem laços familiares, ainda mais fortes…. Vai ser Giro!

Tânia Sereno

Mundo Giro

Kid Spotter

Imagine um Mundo Giro onde acontece uma feira de brinquedos entre miúdos, onde eles aprendem noções de valor?

É um projeto social, sem fins lucrativos, lúdico e sobretudo educativo.